Sindicato repudia cortes impostos à educação pública

As universidades públicas constituem-se num dos equipamentos de relevância para sociedade brasileira, por ser essencial à soberania nacional. Isto porque é nelas onde se formam os mais competentes profissionais em todas as áreas do conhecimento, como: educação, saúde, engenharia, informática, ciência humanas, filosofia, ciências exatas, entre outras.

Ainda, são fundamentais para o desenvolvimento nacional por serem elas as principais geradoras de conhecimentos sem os quais nenhum país no mundo atual pode ser considerado desenvolvido.

Constituem-se no mais importante serviço público em relação à prestação de serviços à população como, por exemplo, o atendimento médico de baixa e de alta complexidade, este último em quase sua totalidade só são realizados nos Hospitais Universitários.

Portanto este é um setor da educação pública da mais relevante significância, como todos os demais, que também vem sofrendo prejuízos com os cortes de verbas impostos pelo Governo Bolsonaro. Obviamente que estes cortes são tão prejudiciais à educação nacional como aqueles a que estão submetidos a educação básica.

Agora, fomos atingidos pelo anuncio do corte de bolsas de mestrado e doutorado, que fazem parte do sistema de formação de novos docentes, cientistas e profissionais de alto nível e são importantes para a produção cientifica nacional.

Com estas medidas e outras associadas, como a falsa proposta de reforma da previdência, que na verdade é a destruição da seguridade social, garantida na Constituição de 1988, resulta em um amplo sistema que levará, a curto e médio prazo, a uma grande precarização das relações de trabalho, juntamente com a ampliação do tempo de contribuição à previdência e da idade para a aposentadoria. Esta situação gera uma incerteza e insegurança em relação às perspectivas futuras para todos os trabalhadores em especial para os servidores públicos. Isto porque a maldita reforma da previdência acaba com o artigo 40 da Constituição, que regulamenta e garante a estabilidade e a vida profissional dos servidores públicos.

Por estas razões, hoje ( 09/05), a Assembleia Geral da ADUFEPE aprovou esta nota de repúdio às políticas do Governo Bolsonaro de desmonte da nação que impões ações de destruição da educação nacional, em especial das universidades públicas.

 

 

 

 

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