Greve Geral fecha rodovias e ruas do Centro do Recife

Compartilhar
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this page

 

 

Os docentes da UFPE pararam suas atividades na sexta-feira (30/06), dia que foi marcado pela paralisação de diversas categorias, além de mobilizações em todos os estados. Ações como trancamento de avenidas, rodovias e ocupações de espaços públicos foram táticas utilizadas pelas centrais sindicais e movimentos sociais para cobrar o afastamento do presidente Michel Temer do cargo, realização de eleições diretas já e contra as reformas da Previdência e Trabalhista..

Em Pernambuco as manifestações começaram às 5 horas, quando rodovias foram bloqueadas pelos movimentos sociais. O metrô e os ônibus pararam parcialmente. As agências bancárias foram fechadas e o comércio ficou praticamente sem clientes. À tarde, milhares de manifestantes, entre eles professores da UFPE, participaram do ato político e cultural “Arraiá da Greve Geral”, convocado pela CUT-PE, na Praça do Derby. Em seguida, foi realizada uma caminhada pela Av. Conde da Boa Vista até a Av. Dantas Barreto, Centro do Recife.

Desafio – Na avaliação do presidente da CUT-PE, Carlos Veras, é importante que os trabalhadores acompanhem de perto os próximos passos da Reforma Trabalhista e fortalecem as manifestações de ruas. “ A gente não pode deixar esfriar, todo dia tem ato no Brasil. A Greve Geral foi forte em todo o país e mostrou a nossa força”, disse.

O desafio agora é aumentar a pressão sobre os senadores para derrotar definitivamente a Reforma Trabalhista e da Previdência. As centrais sindicais já estão convocando os movimentos sindicais e sociais para Brasília no dia da votação das reformas.

 

De acordo com o presidente da ADUFEPE, Augusto Barreto, que adota o mesmo tom das centrais sindicais, “vamos seguir firme contra essas reformas golpistas de Temer e contra a retirada de direitos conquistados há décadas. Também exigimos a retirada de Temer da Presidência e eleições diretas já”.  Precisamos revogar todos os atos que prejudicam os trabalhadores. Já para o diretor Gilberto Gonçalves,  o importante é  continuar nas ruas para revogar todos os atos imposto pelo governo contra os trabalhadores.

 

 

Participaram das mobilizações da Greve Geral em todo o Brasil:

 

Central Única dos Trabalhares (CUT); Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil (CTB); Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB); Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB); CSP Conlutas – Central Sindical e Popular; ; Força Sindical; Intersindical – Central da Classe Trabalhadora; Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST); Pública – Central do Servidor; União Geral dos Trabalhadores (UGT); Frente Brasil Popular (FBP) e Frente Povo Sem Medo (FPSM).

 

 

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *